
Por O Segredo
A Fiocruz alcançou um feito inédito e marcante. Pela primeira vez, tanto no Brasil quanto mundialmente, uma instituição acadêmica terá três mulheres com síndrome de Down atuando como professoras em cursos de pós-graduação.

As novas docentes são Luiza de Lucena Godoi Acosta, de Apucarana (PR), Geórgia Baltieri Bergantin, de Mogi das Cruzes (SP), e Amanda Amaral Lopes, de Vitória da Conquista (BA).
Elas trabalham na área da saúde e estão sendo preparadas pela própria Fiocruz para compartilhar suas experiências de vida em sala de aula, contribuindo para a reflexão sobre os desafios enfrentados pelo SUS.
Essas professoras integrarão a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), participando de um curso de especialização que começa em setembro.
O objetivo desse curso é aprimorar a Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência. A proposta é incluir no corpo docente aqueles que, por muito tempo, foram excluídos da geração de conhecimento.
Esses novos professores terão o papel de mediar situações cotidianas na rede de saúde e orientar projetos de conclusão de curso, além de contribuir nos módulos estruturantes e eletivos da especialização.


